Na madrugada desta terça-feira, Chefin foi alvo de um assalto na Zona Oeste do Rio de Janeiro, mais precisamente, nas imediações do Shopping Recreio. O episódio ganha contornos dramáticos não apenas pelo susto, mas pelo valor astronômico do item levado pelos criminosos: uma corrente de ouro cravejada, cujo pingente sozinho é avaliado em quase R$ 800 mil, totalizando um prejuízo que beira a casa de R$ 1 milhão.
O artista utilizou suas redes sociais para relatar o ocorrido e manter a transparência com seu público fiel. Visivelmente indignado, o rapper explicou que os assaltantes demonstraram saber exatamente quem ele era, o que gera uma reflexão profunda sobre a exposição e a segurança de artistas que circulam pela capital fluminense.
Nós rala pra caralho pra conquistar os bagulho pra vir umas mula dessa, rapá. Os cara conhece nós e ainda dá uma de maluco.
Chefin, via instagram
Mesmo diante do reconhecimento, os criminosos prosseguiram com a abordagem, subtraindo a peça que se tornou uma marca registrada da estética e do sucesso alcançado pelo jovem talento nos últimos anos.
A joia em questão não é apenas um adereço de luxo, mas um símbolo de superação e fé para o cantor. Produzida pela renomada NC Joias, o pingente ostenta a frase “Deus é bom o tempo todo” e possui um trabalho artesanal minucioso em ouro maciço.

Apesar da magnitude do prejuízo financeiro, o rapper demonstrou uma postura resiliente e focada na sua integridade física. Em seus vídeos, ele fez questão de tranquilizar os seguidores, afirmando que, embora o valor material seja alto, sua vida e sua capacidade de trabalho permanecem intactas.
Ele destacou que o patrimônio pode ser reconstruído com novas produções e shows, reforçando que sua prioridade no momento é seguir com a agenda e não se deixar abater pelo trauma da violência urbana que assola o estado.
A revolta do artista, no entanto, ficou evidente ao comentar a audácia dos assaltantes. Chefin lamentou o fato de pessoas que conhecem sua trajetória e sua origem terem coragem de cometer tal ato contra um igual.
Para ele, o trabalho duro é o que sustenta suas conquistas, e ver esse esforço sendo subtraído por “mulas”, como ele mesmo definiu, é a parte mais amarga do episódio.
Até o fechamento desta edição, não houve atualizações sobre o paradeiro da joia ou a prisão dos envolvidos.

